domingo, 27 de dezembro de 2009
não se amam, não se gostam, não se querem, não se acham, não se perdem, não se respeitam, não se esquecem, não se lembram, não se conhecem, não querem conhecer, não se veem, não se sentem, não se arriscam, não se preocupam ou se preocupam, não se fabricam, não se compram, não se divertem, não sabem se divertir, como antigamente. Nada foi, nada é e nada vai ser como antes. O tempo passa e tudo muda, nada fica, só memórias de um tempo onde até a perspectiva de vida era maior, agora só existe violência, drogas e prostituição. Aí eu me pergunto, será que ainda existe amor no mundo? E as pessoas boas? Estão tão extintas quanto a nossa segurança.
domingo, 20 de dezembro de 2009
se tudo que quiséssemos acontecesse de uma hora para outra. Ter respostas para todas nossas perguntas e dúvidas, saber o verdadeiro significado do amor e porque o céu é azul. Largar um grande vício em menos de cinco minutos, apostar na mega-sena toda semana e ganhar toda semana também, sair correndo por aí e pular de um grande penhasco sem nos machucarmos ou até mesmo sair vivo dali. Ganhar dinheiro sem precisar fazer esforço algum; se preocupando em estudar para ser alguém na vida ou ter um ótimo emprego, fazer o que te der na telha, seja o que for certo ou errado e no final das contas não se arrepender de nada ou vir as consequências em suas costas. Mandar no próprio coração fazendo ele apaixonar-se e desapaixonar-se conforme nossa vontade, entender porque a Terra é redonda entre bilhões de outras coisas... pois é, seria bem mais facil.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Cansei! Cansei do amor, cansei da dor, cansei das mentiras, cansei dessas pessoas falsas e hipócritas, cansei desse mundo horrível onde o que mais importa é dinheiro e fama, cansei das guerras, cansei da rotina, cansei desses políticos ridículos, cansei de ver gente necessitada e ninguém tentando ajudar, cansei de ver frieza nas pessoas, cansei de ver desprezo, cansei de ver inveja, cansei dos erros cometidos, cansei da escola, cansei de mim, cansei das pessoas, cansei, cansei, cansei, cansei da vida.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Não
domingo, 13 de dezembro de 2009
O amor
vem junto com várias coisas. Sentimentos bons e ruins. Quero dizer, na verdade nenhum sentimento é ruim. Até mesmo a dor, ela avisa que tem algo errado. E o amor, ah, ele é um sentimento intenso quando verdadeiro. Não nos deixa respirar, é como se alguma coisa estivesse viva dentro de nós, e essa coisa quer crescer. Vai ficando mais forte a cada momento que você está com a pessoa pela qual a coisa se envolveu. Convenhamos, quem nunca sentiu borboletas no estômago? Ou então, quem nunca sentiu um monstro do ciúme ficando muito grande dentro de você, apenas por saber alguma coisa que te incomoda? Muita gente diz que ciúme é insegurança. Eu acho que é o excesso de amor. E implicância também é excesso de amor. Quem implica, ama, fato. Mas, como tudo nessa vida, o amor também tem seu lado ruim, ele pode ser mal interpretado e às vezes deixado de lado. Às vezes totalmente iludido, e outras vezes não correspondido.
O vento se acalmou
A chuva se foi. Se foi com o brilho do sol na sua pele e foi nesse instante em que eu cruzei com você. Foi no seu olhar que voltei a nascer. Desde os seus braços, tudo ao redor, se vê diferente, você muda a cor. Em cada canto do meu coração preciso de você. Um pouco de você já é o suficiente para eu acordar da realidade porque nada se aproxima ao que você me dá: um pouco de mim. Se deixe levar, sem pensar, sem olhar que há o mundo atrás. É fácil dizer quando é verdade. Você abre meu céu e me ensina a amar, você trouxe a lua para a beira do mar, você moveu meu chão como ninguém mais.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Ele se apaixonou uma vez. Aos quinze anos. Não foi correspondido.
Se apaixonou outra vez. Aos dezoito anos. Não foi correspondido.
Ele ainda tentou algumas vezes. Mas o carteiro não acertava seu endereço.
Queria acreditar. Mas doía muito.
Doía como vacina anti-tétano. Doía como cotovelo ralado depois de tombo de bicicleta.
Doía como sal nos olhos. Doía como alfinete sendo enfiado embaixo da unha.
E por mais que as pessoas digam que vai passar. Nada demora tanto.
Nem fila de banco em dia de pagamento. Nem ônibus em dia de domingo.
Aos vinte e três anos, ele decidiu fechar seu coração. Nunca mais iria se apaixonar.
Num ritual sem galinha preta, sem farofa e sem cachaça. Apenas com uma chave.
Tomou a pílula da indiferença. E também a do esquecimento instantâneo.
Trancou, colocou a chave dentro de uma garrafa e enterrou na base de um pé de jequitibá.
Prometeu a si mesmo nunca mais abri-lo. “É melhor assim”, pensou ele. E vestiu sua roupa de isopor.
Um dia, numa festa, ele estava à toa. Conheceu uma Menina.
Riram juntos. Dançaram. Dividiram bebidas. Combinaram de sair. Foi divertido.
Ele achou que sim. Mas depois achou que não.
Ela é legal e parece que gosta dele. Mas... Mas as coisas não são bem assim.
“Ela provavelmente vai me abandonar em alguns dias”.
“Ou pior, ela vai ficar pegando no meu pé, e eu vou perder minha liberdade”.
“Ela vai acabar me traindo como todas as outras”.
Ele decidiu que não ia mais vê-la. Se arrependeu e ligou para ela.
Mas na hora de chamá-la, mudou de idéia. “É melhor assim”, pensou ele.
Ela gostava do jeito dele. Ele gostava de ficar com ela. Os dois detestavam guaraná Kuat.
Mas ela queria uma decisão da parte dele. Ela não quer apenas fazer bolhas de sabão.
Ele achou a chave do coração. Mas decidiu não abrir. Pensou em jogá-la no rio, como faz com as lembranças.
Nada mais seria como antes. O medo e a insegurança estariam sempre por perto.
É mais fácil cuidar de flores de plástico sem perfume. É sempre mais fácil fugir do que encarar a dor.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Como tudo é tão estranho.
E hoje eu estava andando pelas ruas, e apenas observando as pessoas e apenas observando o mundo!
E nossa
O mundo, o mundo ele é algo tão estranho mas tão estranho,que as vezes as próprias pessoas fazem coisas e depois do nada elas se arrependem de ter feito aquilo.
Será que isso realmente é só uma falta de pensar?
Vejo que pessoas matam outras, vejo que pessoas acham que animais não tem sentimentos
Como eles podem não ter sentimentos?
Sendo que todos tem sangue, sangue igual a de um ser humano vermelho e não verde,
E quando sentem dor eles também foram não é mesmo?
Eu já vi vários animais quando estavam morrendo ou com dor em alguma parte do corpo e eles realmente choram e pior não choram como um ser humano e sim como uma criança, aquela criança indefensa que não pode se defender.
O céu?
Como o seu é?
Às vezes ele ta meio azul . vermelho . preto . cinza . amarelo .
Como ele muda de cor assim?
E o arco-íris ..
Sempre que ele aparece no céu são as mesmas cores de sempre, por que quando ele some não aparece com outra cor?
As estrelas, elas sempre estão lá encima são sempre aqueles pontos brilhantes.
Como pessoas acham que não pode ter outra vida em outros planetas?
Sendo que existimos nós aqui, e existe vários outros planetas, se existe outros planetas pode existir vidas em outros lugares.
“Como nós não sabemos que eles existem, eles não sabem que nos existimos”
E o mundo sempre vai ser essa coisa estranha, na onde sempre vai existir ...
Pessoas boas como também pessoas ruins,
Caminhos certos como também caminhos errados
Amor como também ódio
A felicidade como também a tristeza!
Será que nossa vida realmente já esta escrita?
Ou será que é nós que decidimos como ela vai ser?
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Ainda há uma luz que me guia
Um lampejo de esperança
Lançando-se clara em floresta sombria
Um sorriso de criança
Como borboletas na primavera
Como tundra no inverno
Como tocar a rosa mais bela
Como acordar de sono eterno
Embora o frio e o torpor
Em mim insistam em ficar
Ainda guardo amor
Ainda posso sonhar
As borboletas trazem cor
Onde não há aquarelas
E esqueço minha dor
Ao olhar para elas...

Lembranças Perdidas
Os anos que passam,
Não mais voltam.
Olho à minha volta
E nada mais vejo.
Só me resta o desejo
De um dia lembrar.
A sombra do balanço
Contra a luz da lua,
A casa abandonada
E as árvores mortas
Não abrem as portas
Da minhas lembranças.
Eu sinto a saudade,
Eu sinto a angústia,
Sinto a ansiedade
E a nostalgia
E espero um dia
Saber o porquê.
Entro na casa aberta
E tenho a certeza
Ao ver a paisagem
Morta e bela
Ao olhar a janela
Que um dia, hei de saber...







